EM VIGOR DESDE 5 DE SETEMBRO DE 2026
Estes termos regulam a utilização do CloseAI. Ao criar uma conta ou ao ligar um calendário, aceita-os.
O CloseAI põe um bot nas reuniões de venda que estão no calendário que ligou, transcreve o que é dito, e extrai da transcrição factos sobre o negócio, cada um com a frase literal que o prova. Esses factos podem ser escritos no CRM que ligar.
O serviço é fornecido tal como está. A transcrição automática erra, e a extração automática também: é por isso que cada facto traz a citação ao lado, para poder ser verificado por quem o lê. Não garantimos que a transcrição seja completa nem que a extração esteja certa, e o produto foi desenhado a assumir que ambas podem falhar.
Em Portugal, gravar ou transcrever palavras não destinadas ao público sem consentimento é crime — artigo 199.º do Código Penal — e cada pessoa presente na conversa é um ofendido, mesmo que quem grava seja parte nela. Ao usar o CloseAI, obriga-se a:
O incumprimento destas obrigações permite-nos suspender o serviço sem aviso prévio. Não é uma formalidade: um cliente que grave sem avisar expõe-nos a nós também.
A entrada é por convite. Quem cria a organização é responsável por quem convida e por retirar o acesso a quem sai. Cada pessoa é responsável pela segurança do seu email, porque é por ele que se entra.
O tratamento de dados pessoais está descrito na política de privacidade, que faz parte destes termos. Os dados são seus: pode exportá-los e pode pedir que sejam apagados. Não usamos os dados de nenhum cliente para treinar modelos.
O CloseAI depende de serviços de terceiros para funcionar — a transcrição, o modelo de linguagem, o alojamento — e uma avaria num deles pode interromper o serviço. A lista está na política de privacidade.
Não respondemos por decisões comerciais tomadas com base no que o produto escreve, nem por lucros cessantes. Nada nestes termos exclui responsabilidade que a lei não permita excluir, nomeadamente por dolo ou negligência grosseira.
Pode deixar de usar o serviço quando quiser, desligando as ligações e pedindo o apagamento. Podemos cessar o fornecimento com trinta dias de aviso, ou de imediato em caso de incumprimento das obrigações acima.
Aplica-se a lei portuguesa. Para litígios que não se resolvam de outra forma, é competente o foro da comarca do Porto, sem prejuízo das regras imperativas de proteção do consumidor.